Tartaruga-gigante de cerca de 2 metros é encontrada morta no litoral de SP
Carcaça foi localizada no bairro Balneário Adriana, durante o monitoramento de praia realizado pelo Instituto de Pesquisa Cananéia (IPeC) Ipec Uma tartaruga-de-...
Carcaça foi localizada no bairro Balneário Adriana, durante o monitoramento de praia realizado pelo Instituto de Pesquisa Cananéia (IPeC)
Ipec
Uma tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea), também conhecida como tartaruga-gigante, foi encontrada morta em Ilha Comprida, no litoral de São Paulo. O animal, de aproximadamente dois metros de comprimento, estava em avançado estado de decomposição.
Segundo o Instituto de Pesquisa Cananéia (IPeC), a causa da morte não pôde ser identificada porque a carcaça foi recolhida antes da necrópsia.
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A tartaruga foi localizada no bairro Balneário Adriana durante o monitoramento de praia realizado pelo instituto na tarde de terça-feira (20).
Segundo o IPeC, após encontrar a tartaruga, a equipe cobriu a carcaça e seguiu para o monitoramento de outro trecho da praia. Quando os profissionais retornaram ao local, constataram que servidores da Prefeitura de Ilha Comprida já haviam retirado o animal.
Agora no g1
O g1 procurou a Prefeitura de Ilha Comprida para obter mais informações sobre o recolhimento da tartaruga, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.
Maior tartaruga marinha do mundo
No início de outubro, outra tartaruga-de-couro foi encontrada em Ilha Comprida. Na ocasião, o biólogo marinho Eric Comin explicou ao g1 que a espécie é considerada a maior tartaruga marinha do mundo e pode ultrapassar dois metros de comprimento e chegar a 900 quilos.
Diferentemente de outras tartarugas marinhas, a tartaruga-de-couro não possui uma carapaça rígida formada por placas ósseas. O corpo é revestido por uma camada de pele resistente, com textura semelhante ao couro, característica que dá nome à espécie.
Comin também explicou que a tartaruga-de-couro realiza uma das maiores migrações do reino animal, atravessando oceanos entre áreas de alimentação e reprodução. A espécie é classificada como vulnerável à extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
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